O Foro de São Paulo

Segundo a Wikipedia, o Foro de São Paulo:

“(…) é uma organização criada em 1990 a partir de um seminário internacional promovido pelo Partido dos Trabalhadores (PT, do Brasil) que convidou outros partidos e organizações de esquerda da América Latina e do Caribe [na verdade, todos liderados por Fidel Castro] para discutir alternativas às políticas neoliberais dominantes na América Latina durante a década de 1990 e promover a integração econômica, política e cultural da região [leia-se: atuação do Marxismo Cultural e esquerdização].

Segundo a organização, atualmente mais de 100 partidos e organizações políticas participam dos encontros. As posições políticas variam dentro de um largo espectro, que inclui partidos social-democratas, organizações comunitárias, sindicais e sociais ligados à esquerda católica, grupos étnicos e ambientalistas, organizações nacionalistas, partidos comunistas [antidemocráticos, em essência] e até mesmo grupos guerrilheiros, como as FARC [organização narcotraficante].”

Obviamente, as organizações e partidos esquerdistas venezuelanos estavam presentes naquele primeiro encontro, reunindo-se, após a ascensão de Chávez ao poder, sob a sigla PSUV (Partido Socialista Unificado Venezuelano). Assim, o povo venezuelano, quisesse ou não, passava a sofrer influência política externa, de um órgão supranacional cujas fontes de recursos financeiros jamais foram expostos ao grande público. Há suspeitas, inclusive, de que alguns governos esquerdistas  da América do Sul acobertem e deem suporte às ações terroristas das FARC por receberem financiamento das mesmas FARC. Portanto, uma fonte de dinheiro provindo de atividades criminosas (narcotráfico), justificando a ausência de balanço de contas.

Tanto o governo do PT no Brasil como o de Chávez sempre foram suspeitos de terem ligações espúrias com as FARC. Não apenas os partidos desses governos, mas também a maioria dos partidos de inspiração marxista latino-americanos, se não apoiam, guardam um silêncio comprometedor quanto ao status das FARC.

No Brasil, o próprio fato de o PCC começar a exercer lobby subterrâneo em favor de candidatos do PT, fortalece as suspeitas de que estão sendo favorecidos por esse partido que não busca resguardar os interesses nacionais, mas trabalha, em conjunto com outros organismos, para a implantação do socialismo em escala continental (usando a estrutura da UNASUL). E, para isso, precisam legalizar organizações criminosas como parceiros para intimidação social, como braços armados usados na chantagem institucional contra a população, desestabilizando, quando for conveniente à Esquerda, o cenário sócio-político.

O primeiro intelectual a fazer menção ao Foro de São Paulo, bem como de seus projetos de unificação da América sob um duro regime socialista, foi o Prof. Olavo de Carvalho, através de seus artigos em jornais e de suas publicações. Somente após 16 anos de iniciadas as denúncias de Olavo de Carvalho, a mídia nacional fingiu, então, de repente, se dar ao conhecimento de tal organização. Um silêncio conivente, se não mesmo criminoso, caso de traição nacional e falta com o dever de informar sempre a verdade, em prejuízo da sociedade da qual a imprensa se diz interlocutora.

Para conhecer mais sobre o Foro de São Paulo, acesse o site Mídia Sem Máscara. Aqui, em nosso site, você poderá baixar as Atas das reuniões do Foro de São Paulo, desde 1991 até 2007, tendo a oportunidade, assim, de ler documentos oficiais que evidenciam, sem deixar dúvidas, o espírito conspiratório dessa organização.

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